Naiane Taíssa Folini
CRM GO 24.770 - RQE 19.866

Funcionar não é o mesmo que estar bem.

Aqui você encontra conteúdo sobre a mente, as emoções e os sinais que muita gente sente, mas raramente nomeia.
Para entender melhor o que você sente. Venha ler comigo.

Insônia que não passa com chá nem melatonina: quando o problema pode ser psiquiátrico

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O corpo implora por descanso o dia inteiro.

Você atravessa a tarde arrastando os pés, bocejando na reunião, contando as horas até poder deitar. E aí chega a noite. Você apaga a luz, encosta a cabeça no travesseiro, fecha os olhos — e o seu cérebro escolhe exatamente esse momento para acordar.

Uma conversa de três anos atrás. Um e-mail que você esqueceu de responder. Uma preocupação que nem é sua. O barulho do relógio. A conta de amanhã. E, no meio de tudo, aquele pensamento que só piora tudo: “se eu não dormir agora, amanhã vai ser um inferno”.

Você olha o celular. 1h47. Depois 2h30. Depois para de olhar, porque olhar dói.

E o mais cansativo dessa história nem é a noite em si. É a lista do que você já tentou.

Melatonina — comprou uma dose, depois outra maior, depois desistiu. Chá de camomila, de valeriana, de maracujá. Cortou o café depois das duas da tarde. Desligou as telas uma hora antes. Baixou o aplicativo de meditação, ouviu o áudio da chuva, tentou a respiração lenta. Colocou blackout na janela. Talvez até tenha funcionado — por três, quatro noites. Depois a insônia voltou, como quem nunca tivesse saído.

Aí vem a pergunta que ninguém responde direito: por que nada funciona comigo?

Talvez porque a resposta esteja num lugar onde você ainda não procurou.

Existe uma possibilidade que raramente aparece nos guias de “10 dicas para dormir melhor”, e ela muda tudo: a insônia pode não ser o seu problema. Pode ser o sintoma dele.

Um cérebro não desliga por decreto. Ele desliga quando se sente seguro. Quando a ansiedade não está acelerada, quando o humor não está afundado, quando o sistema nervoso não passou o dia inteiro em estado de alerta. Sono não é apenas uma questão de cansaço acumulado — é, em grande medida, uma questão de regulação emocional.

E é por isso que higiene do sono, sozinha, muitas vezes falha. Você está tratando o alarme enquanto o incêndio continua aceso em outro cômodo.

Este texto é sobre encontrar esse cômodo.

Quando a insônia deixa de ser apenas uma noite ruim?

Todo mundo dorme mal de vez em quando. A véspera de uma entrevista, uma discussão que ficou remoendo, uma viagem que atravessou fusos. Isso é insônia ocasional — desagradável, mas passageira. Ela vem, cumpre seu papel de incômodo e vai embora sozinha.

O problema é quando ela decide morar com você.

Insônia ocasional x insônia crônica

A diferença não é só de duração — é de natureza. Fala-se em insônia crônica quando a dificuldade de dormir se repete várias noites por semana, se estende por meses, e passa a cobrar um preço durante o dia: cansaço, irritabilidade, dificuldade de concentração, queda de rendimento.

Repare no detalhe: o critério não é só “quantas horas eu durmo”. É o impacto. Existe gente que dorme seis horas e acorda bem. E existe gente que fica oito horas na cama, cochila em pedaços, e acorda como se tivesse trabalhado a noite inteira.

Um sinal que quase ninguém percebe

Há um momento em que a insônia deixa de ser consequência e vira causa dela mesma. É quando você começa a temer a noite. A cama vira território inimigo. Você deita já com ansiedade de não dormir — e essa ansiedade, sozinha, mantém o cérebro ligado. É o que se chama de ansiedade antecipatória em relação ao sono, e ela é um dos motores que fazem a insônia se perpetuar.

Se você já se pegou pensando “lá vem mais uma noite” antes mesmo de deitar, o problema já ultrapassou o campo dos hábitos.

Por que chá, melatonina e higiene do sono nem sempre resolvem?

Antes de tudo, uma coisa precisa ficar clara: essas estratégias não são besteira. Elas têm valor real, e nenhum tratamento sério de insônia as ignora. O erro não está em usá-las. Está em esperar que elas resolvam sozinhas algo que não é problema delas.

Quando essas estratégias realmente ajudam

Higiene do sono — horários regulares, ambiente escuro e silencioso, menos telas antes de deitar, cortar cafeína no fim do dia — funciona muito bem para quem tem um sono desregulado por hábito. Ajusta o ritmo circadiano, cria condições para o corpo entender que chegou a hora de desacelerar. Para insônias leves e recentes, muitas vezes basta.

A melatonina, por sua vez, é um hormônio ligado ao ritmo do sono — não um sedativo. Ela funciona melhor quando o problema é de ritmo: alguém que dorme e acorda em horários deslocados, quem trabalha em turnos, quem cruzou fusos horários. Nesses contextos, tem indicação e faz sentido.

Quando elas simplesmente não bastam

O que acontece é o seguinte: se o motor da sua insônia é a ansiedade, se é uma depressão que ainda não foi nomeada, se é um esgotamento profissional que se arrasta há meses — nenhuma quantidade de camomila vai desligar isso.

Você pode ter o quarto perfeito, a rotina perfeita, o chá perfeito. Mas se o seu sistema nervoso passa o dia em estado de alerta, ele vai chegar à noite ainda ligado. Higiene do sono organiza o ambiente. Ela não trata o que está acontecendo dentro de você.

O risco de tratar só o sintoma

Aqui mora a parte que mais custa tempo às pessoas.

Quando alguém passa meses — às vezes anos — tentando resolver a insônia com paliativos, sem investigar a causa, duas coisas acontecem ao mesmo tempo: a pessoa continua sem dormir, e o transtorno que está por trás segue sem tratamento, muitas vezes se agravando em silêncio.

É como tomar analgésico para uma dor de dente todos os dias e nunca ir ao dentista. O remédio até alivia por algumas horas. O problema, enquanto isso, cresce.

Quais transtornos psiquiátricos podem causar insônia?

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Essa é a seção que o leitor cansado precisa ler com atenção — porque é aqui que a insônia costuma revelar sua verdadeira origem. Não se trata de “criar diagnóstico onde não existe”. Trata-se de reconhecer que sono e saúde mental estão profundamente conectados, e que ignorar essa ligação é a razão pela qual tanta gente não melhora.

Ansiedade

É provavelmente a causa mais comum de insônia persistente. A ansiedade mantém o sistema nervoso em estado de vigilância — o corpo se comporta como se houvesse uma ameaça por perto, mesmo quando não há. E um cérebro em alerta não produz sono.

O sinal clássico: a mente que acelera exatamente quando a cabeça encosta no travesseiro. Durante o dia, a rotina distrai. À noite, sem distração, os pensamentos ganham o palco. Preocupações, cenários, ruminação. Quem tem ansiedade não “escolhe” pensar naquilo — o cérebro simplesmente não desliga.

Depressão

A depressão altera a arquitetura do sono. E é curioso: ela pode se manifestar de formas opostas. Algumas pessoas dormem demais e continuam exaustas. Outras têm um padrão bastante característico — acordar de madrugada, cedo demais, e não conseguir voltar a dormir, frequentemente com o humor no fundo do poço nesse horário.

Esse despertar precoce é um sinal que merece atenção clínica séria, sobretudo quando vem acompanhado de desânimo, perda de prazer nas coisas e cansaço que não melhora com descanso.

Burnout e esgotamento

O esgotamento profissional produz um paradoxo cruel: exaustão total, mas incapacidade de descansar. A pessoa está no limite, sem energia, e mesmo assim não consegue dormir — porque o corpo permanece em modo de alerta, sem conseguir sair do estado de tensão em que passou meses.

Se o seu cansaço vem acompanhado de sensação de vazio em relação ao trabalho, irritabilidade e a impressão de que nada mais recarrega suas baterias, o sono provavelmente é a ponta de um problema maior.

TDAH em adultos

É a causa mais subestimada da lista. Muitos adultos com TDAH descrevem exatamente a mesma cena: o cérebro que “não tem botão de desligar”, os pensamentos que pulam de assunto em assunto, a sensação de ficar mais alerta e produtivo justamente à noite. Não é preguiça nem indisciplina — é uma característica do funcionamento atencional, que frequentemente atrapalha o início do sono e passa a vida inteira sem diagnóstico.

Estresse e outras condições

Situações de estresse intenso, luto, quadros relacionados a experiências traumáticas e outras condições clínicas também podem se manifestar primeiro pelo sono. Muitas vezes, a insônia é o primeiro sintoma a aparecer — e o primeiro a ser ignorado.

A insônia raramente é uma condição isolada. Na prática clínica, ela funciona como um sinal luminoso no painel do carro: útil não por si só, mas pelo que indica sobre o que está acontecendo no motor.

Os principais sinais de que sua insônia pode ter origem psiquiátrica

Nem toda insônia tem causa psiquiátrica — condições clínicas e outros transtornos do sono também precisam ser considerados. Mas existem pistas que aumentam bastante essa possibilidade:

  • Sua mente acelera quando você deita. Preocupações, planejamentos, cenários, ruminações. O silêncio da noite vira caixa de ressonância.
  • A preocupação é constante, não só à noite. A ansiedade não começa na cama — ela já estava lá o dia inteiro; à noite você só percebe melhor.
  • Você acorda muito cedo e não volta a dormir. Especialmente se acorda com o humor pesado, angustiado, sem motivo aparente.
  • Seu sono é superficial. Você “dorme”, mas acorda várias vezes, tem a sensação de nunca ter descido de verdade.
  • Você acorda cansado mesmo dormindo horas suficientes. O sono não repara. Isso é diferente de simplesmente dormir pouco.
  • Você tem medo de dormir mal. A cama virou fonte de ansiedade em vez de descanso.
  • A higiene do sono não fez diferença. Você seguiu todas as recomendações, com disciplina, e o problema continua.

Se vários desses pontos descrevem a sua noite — e o seu dia —, a peça que falta provavelmente não é mais um hábito. É uma avaliação da causa.

O que acontece com o cérebro quando a insônia persiste?

Existe uma ideia perigosa circulando por aí: a de que a insônia é apenas um incômodo, algo que “uma hora se resolve sozinho”. Não é bem assim — e vale entender o porquê, sem alarmismo, mas com honestidade.

Memória

O sono é quando o cérebro organiza e consolida o que você viveu durante o dia. Sem ele, essa consolidação fica prejudicada. É por isso que quem dorme mal cronicamente começa a esquecer compromissos, perder o fio da meada, sentir que “a cabeça não é mais a mesma”. Não é sinal de que você está enlouquecendo. É consequência direta da privação de sono.

Atenção e desempenho

Concentração, raciocínio, tomada de decisão, tempo de reação — tudo cai. E cai de forma que a própria pessoa nem sempre percebe. Você acha que está entregando o mesmo, mas está trabalhando com uma fração da sua capacidade. O custo profissional é real, e vai se acumulando.

Humor

Aqui está a parte mais importante — e mais cruel. A relação entre insônia e saúde mental é uma via de mão dupla.

A ansiedade tira o seu sono. E a falta de sono aumenta a sua ansiedade. A depressão bagunça o seu sono. E o sono ruim aprofunda a depressão. Forma-se um ciclo que se retroalimenta e vai apertando com o tempo.

É exatamente por isso que quebrar esse ciclo cedo importa tanto. Cada mês que passa sem tratamento adequado tende a tornar a saída um pouco mais trabalhosa.

Corpo e qualidade de vida

O sono é um pilar da saúde, no mesmo patamar da alimentação e da atividade física. Privação crônica afeta o sistema imunológico, a regulação do apetite, os níveis de energia, a paciência com as pessoas que você ama. A insônia não fica confinada à noite — ela vaza para dentro da sua vida inteira.

Nada disso é para assustar você. É para dizer, com clareza: isso merece ser tratado, e merece ser tratado agora.

Como é feito o tratamento da insônia?

Agora a boa notícia — e ela é grande: insônia tem tratamento, e ele funciona. Não é questão de força de vontade nem de aguentar até o sono “voltar sozinho”. Existe um caminho, e ele começa por uma pergunta que quase ninguém faz.

Primeiro passo: descobrir a causa

Esse é o ponto que separa um tratamento que funciona de mais uma tentativa frustrada. Antes de decidir como tratar, é preciso entender o que está tirando o seu sono.

É ansiedade? Depressão? Esgotamento? TDAH? Um hábito desregulado? Uma condição clínica que precisa ser investigada? A resposta muda completamente a conduta. Tratar uma insônia causada por depressão da mesma forma que uma insônia causada por trabalho em turnos é receita para não funcionar — e é, honestamente, o motivo pelo qual tanta gente desiste achando que “não tem jeito”.

Psicoterapia

A abordagem psicoterapêutica voltada especificamente para insônia tem forte respaldo científico e é considerada uma das principais linhas de tratamento para insônia crônica. Ela trabalha os pensamentos e comportamentos que alimentam o problema — o medo de não dormir, a relação de tensão com a cama, os hábitos que se instalaram sem que você percebesse.

E quando existe um transtorno por trás — ansiedade, depressão —, a psicoterapia atua também sobre a causa, não só sobre o sintoma.

Higiene do sono (agora no lugar certo)

Ela continua importante. Só que como parte de um plano, e não como plano inteiro. Horários regulares, ambiente adequado, cuidado com cafeína e telas — tudo isso segue valendo. A diferença é que agora essas medidas trabalham junto com o tratamento da causa, em vez de tentar segurar sozinhas um problema que não é delas.

Medicação, quando indicada

Em parte dos casos, a medicação tem papel importante — sobretudo quando existe um transtorno subjacente sendo tratado. E aqui vale desfazer um medo comum: tratar a ansiedade ou a depressão que causa a insônia não é o mesmo que “tomar remédio para dormir” indefinidamente.

Existem abordagens diferentes, com finalidades diferentes. Algumas visam o quadro de base; outras, o sono em si, por períodos definidos. A escolha, o tempo de uso e a estratégia de retirada são decisões médicas, feitas caso a caso — e é justamente essa individualização que evita o uso prolongado e desnecessário que tanta gente teme.

O que não funciona é a automedicação. Usar por conta própria o que sobrou da receita de alguém, ou o que foi indicado numa rede social, é uma das formas mais rápidas de transformar um problema tratável em um problema complicado.

Estilo de vida

Atividade física, exposição à luz natural pela manhã, redução de estimulantes, manejo do estresse. Nenhuma dessas medidas é milagrosa isoladamente — mas todas somam, e formam a base sobre a qual o resto do tratamento se apoia.

Quando procurar um psiquiatra?

Talvez você ainda esteja hesitando. “Insônia é caso de psiquiatra?” Sim — especialmente quando ela persiste e quando existe a suspeita de que algo maior está por trás.

Vale buscar avaliação especializada quando:

  • A insônia persiste há semanas ou meses, mesmo depois de você ter tentado ajustar hábitos e rotina.
  • Você já tentou melatonina, chás, higiene do sono — e nada resolveu de forma duradoura.
  • O sono ruim está afetando seu trabalho, seu humor, suas relações ou sua memória.
  • Você percebe ansiedade, tristeza persistente, esgotamento ou mente acelerada acompanhando a insônia.
  • Você teme a noite — deitar virou fonte de angústia.
  • Você está se automedicando ou pensando em fazer isso.

Não é preciso estar no limite para merecer ajuda. Aliás, quanto antes o ciclo é interrompido, mais simples costuma ser o caminho de volta.

Perguntas frequentes sobre insônia

Como tratar a insônia?
O tratamento começa por identificar a causa. Ele geralmente combina psicoterapia (a abordagem voltada para insônia tem forte respaldo científico), ajustes de hábitos e rotina, e medicação quando indicada — especialmente se houver um transtorno como ansiedade ou depressão por trás. Tratar apenas o sintoma, sem investigar a origem, costuma trazer alívio temporário e frustração depois.

Quando a insônia é preocupante?
Quando se repete várias noites por semana, persiste por meses e passa a prejudicar seu dia — cansaço, concentração, humor, desempenho. Também é sinal de alerta quando você começa a temer a hora de dormir.

Melatonina funciona para todos?
Não. A melatonina atua sobre o ritmo do sono e tende a ajudar mais em situações de desregulação de horários — trabalho em turnos, jet lag, ciclos deslocados. Ela não é um sedativo e geralmente não resolve insônias causadas por ansiedade, depressão ou esgotamento. Uso e dose devem ser orientados por um profissional.

Chá ajuda na insônia?
Pode ajudar como parte de um ritual relaxante antes de dormir, e não há problema em usá-lo. Mas, sozinho, não trata causas mais profundas. Se a insônia persiste apesar disso, o chá não é o problema — a causa é que ainda não foi encontrada.

Ansiedade causa insônia?
Sim, e é uma das causas mais comuns. A ansiedade mantém o sistema nervoso em estado de alerta, e um cérebro em alerta não produz sono. O sinal típico é a mente que acelera justamente na hora de deitar.

Depressão causa insônia?
Sim. A depressão altera a arquitetura do sono e pode causar tanto insônia quanto sono excessivo. Um padrão característico é acordar de madrugada, cedo demais, sem conseguir voltar a dormir.

Remédio para dormir causa dependência?
Depende do tipo de medicação, da dose e do tempo de uso — e é exatamente por isso que a prescrição e o acompanhamento médico importam tanto. Quando existe um transtorno de base, tratá-lo adequadamente costuma ser o caminho mais seguro e eficaz. A automedicação é o cenário de maior risco.

Insônia tem cura?
A insônia é altamente tratável. Quando a causa é identificada e tratada, a grande maioria das pessoas volta a dormir bem. O que raramente funciona é esperar que o problema se resolva sozinho.

O problema talvez nunca tenha sido o sono

Se você chegou até aqui, provavelmente reconheceu mais de si nesse texto do que gostaria.

E talvez tenha percebido algo que muda o rumo das coisas: você não falhou. Você não é “resistente a tratamento”. Você não tem um caso perdido. Você só estava tratando a coisa errada.

Melatonina não trata ansiedade. Chá não trata depressão. Blackout na janela não trata esgotamento. Nenhuma dessas coisas falhou por culpa sua — elas apenas nunca foram feitas para resolver o que está acontecendo com você.

Se a sua insônia persiste apesar de mudanças de rotina, uso de melatonina ou outras estratégias, uma avaliação especializada pode identificar a causa do problema e indicar um tratamento realmente direcionado ao que está acontecendo com você.

A Dra. Naiane Folini, médica psiquiatra, atende em Goiânia e por teleconsulta para todo o Brasil. Se fizer sentido para você, é possível investigar o que está por trás das suas noites, entender a origem do problema e construir um caminho de tratamento com base na sua história — não em dicas genéricas.

Dormir bem de novo é possível. Mas só quando se trata a causa certa.

Conheça o trabalho da Dra. Naiane Folini →


Referências

  1. American Psychiatric Association. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais — DSM-5-TR. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2023.
  2. American Academy of Sleep Medicine. International Classification of Sleep Disorders (ICSD-3). Disponível em: https://aasm.org
  3. Riemann, D. et al. European guideline for the diagnosis and treatment of insomnia. Journal of Sleep Research, 2017.
  4. National Institute of Mental Health (NIMH). Mental Health Information. Disponível em: https://www.nimh.nih.gov
  5. Associação Brasileira do Sono (ABS). Disponível em: https://absono.com.br
  6. Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Disponível em: https://www.abp.org.br

Dra. Naiane Folini — Médica Psiquiatra CRM-24770 | RQE 19866

Aviso: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educativo. Não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado. Em caso de dúvidas sobre sua saúde mental, procure um profissional habilitado.

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